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5 dicas para morar sozinho

Atualizado: Mai 5


5 Dicas para morar sozinho
5 Dicas para morar sozinho

O dia de sair de casa para morar sozinho e ter seu próprio apartamento é o sonho de muitas pessoas. Afinal, este momento representa uma nova etapa de independência e uma nova fase em nossas.


Segundo uma pesquisa divulgada pelo portal de classificados de imóveis Zap, 62% dos millennials no Brasil (nascidos entre 1985 e 2000) querem morar sozinhos ou, no máximo, com uma pessoa.


Para isso, contudo, não basta somente decidir “quero sair de casa”. Morar sozinho proporciona diversas vantagens, mas requer muito planejamento, especialmente para aqueles que estão se mudando pela primeira vez.


Questões como o bairro no qual irá morar; qual o tamanho ideal de apartamento de acordo com suas necessidades; e quais serão seus gastos diários e mensais são itens fundamentais que devem ser analisados durante esse processo.


Mas além disso, essa mudança exigirá uma rotina nova e completamente diferente, onde você terá que conciliar todas as tarefas domésticas com outras responsabilidades como trabalho e estudo, por exemplo.


Por isso, neste texto vamos explicar tudo o que você precisa saber antes de se mudar, com questões como os gastos médios de se morar sozinho, suas vantagens, e claro, dicas fundamentais que com certeza irão ajudá-lo nessa nova fase de sua vida!


Antes, separamos os tópicos que serão abordados ao longo do texto. Veja:


● Como realmente é morar sozinho?

● O que levar em conta antes de se mudar?

● Quanto se gasta para morar sozinho?

● Quais as vantagens de morar sozinho?

● Dicas para morar sozinho.


Vamos começar!


Como realmente é morar sozinho?

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Realidade sobre morar sozinho

Uma coisa deve ser clara desde o início: morar sozinho não envolve somente coisas boas. A realidade de quem é responsável por sua própria casa é repleta de desafios e responsabilidades, especialmente no âmbito financeiro.


É comum algumas coisas não saírem como o planejado no começo, afinal, como dissemos na introdução, essa decisão representa uma grande mudança em nossas vidas, especialmente para os inquilinos de primeira viagem.


Na prática, algumas das questões mais importantes que você deve saber sobre a realidade de morar sozinho são:


● Ter mais responsabilidade

● Aumento nas despesas

● Adaptações


A primeira coisa que você deve saber é: morar sozinho é sinônimo de responsabilidade. Você será 100% responsável por tudo que envolve seu imóvel, como pagar todas as contas, mantê-lo limpo e em ordem e cozinhar, por exemplo.


Por mais que para muitos essa maior autonomia seja algo completamente positivo, para outros pode representar um grande desafio, especialmente para aqueles que não estão acostumados a tomarem decisões e atitudes sozinhos.


O segundo tópico que está incluso nessa lista de responsabilidades, como citei brevemente, é o aumento das despesas diárias e mensais.


Afinal, como inquilino, você irá arcar com alguns custos fixos como de água, energia, gás, IPTU, televisão e comida. Isso sem falar no custo do aluguel caso não queira comprar um imóvel próprio e decida optar por um contrato de aluguel por exemplo.


Essas despesas, quando somadas a outros gastos rotineiros como farmácia, gasolina ou outros serviços, farão uma enorme diferença em sua renda mensal, por isso deve ser levado em consideração antes de decidir se mudar.


Por fim, morar sozinho também significa ser capaz de se adaptar a uma rotina completamente diferente. Por mais que muitas coisas sejam aprendidas na prática, essa decisão necessita de um grande planejamento para facilitar este processo de adaptação.


Sei que muitos devem ter se assustado com esses tópicos, mas não se preocupe! Morar sozinho possui diversas vantagens que iremos detalhar daqui a pouco. Antes, vamos continuar entendendo alguns pontos fundamentais que devem ser analisados por quem deseja se mudar.


O que levar em conta antes de se mudar?
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Leve em conta ao morar sozinho

Como vimos acima, a realidade de quem mora sozinho é bem diferente do que muitos acreditam, repleta de responsabilidades e desafios.


Mas além disso, existem outras questões tão importantes quanto, e que também devem ser levadas em consideração antes de bater o martelo. São elas:


● Nova rotina

● Abrir mão de outros gastos

● Reserva de emergência

● Solidão


O primeiro ponto a ser questionado é: como a mudança afetará sua rotina? Aqui, é importante analisar itens como: o imóvel é mais longe dos lugares que costumo frequentar? Quanto tempo a mais ou a menos levarei para me locomover? Como conciliarei minhas responsabilidades com as tarefas domésticas?


Se as respostas para essas perguntas forem positivas e perceber que conseguirá se adaptar a elas, isso significa que você muito provavelmente conseguirá lidar com essas mudanças e encarar o desafio.


Dentro disso, outro ponto que não podemos deixar de lado é a questão financeira. No tópico acima, explicamos que morar sozinho exigirá uma maior quantidade de gastos mensais fixos. Isso significa que, na prática, não será possível gastar dinheiro com outros “luxos”, como comer fora ou outras compras, por exemplo.


Para evitar armadilhas, é importante se planejar economicamente e colocar no papel quanto você irá gastar por mês, e principalmente, se preocupar em criar uma reserva de emergência.


Isso porque, por mais que você planeje tudo o que irá gastar ao longo do mês, todos sabemos que imprevistos podem acontecer. Dessa forma, verifique se você conseguirá deixar um dinheiro a mais guardado para essa possibilidade.


Mas quanto dinheiro é o suficiente para uma reserva de emergência?


Muitos educadores financeiros estimam que uma boa reserva de emergência deve ser equivalente a seis salários mensais. Mas claro que isso pode variar de acordo com sua realidade e necessidades.


De qualquer forma, se você deseja morar sozinho, busque começar um planejamento financeiro e guardar parte de seu salário para uma reserva de emergência. Isso pode ajudar e até mesmo fazer toda a diferença para imprevistos que possam acontecer durante o processo de adaptação à nova rotina.


Por fim, a última questão a ser analisada - e talvez uma das mais importantes - está relacionada ao seu psicológico, ou seja, como você irá encarar seu dia a dia morando sem outras pessoas no mesmo lugar.


Sabemos que mudar é o sonho de muitos jovens e adultos que buscam sua independência, mas viver sozinho pode fazer com que muitos se sintam sozinhos em sua nova casa, sem ninguém para conversar pessoalmente e passar o tempo após um longo dia de trabalho, por exemplo.


Você já ouviu falar sobre o termo “epidemia da solidão”? Este termo representa uma série de estudos que vêm sendo realizados por especialistas do mundo todo, após terem constatado o aumento deste sentimento na população mundial.


No Brasil, dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam o Brasil como o país com o maior número de pessoas ansiosas do mundo: 18,6 milhões de brasileiros convivem com o transtorno - cerca de 9,3% da população.


Com o isolamento social, esses dados aumentaram, e mostraram como a saúde mental da população sofreu sérios prejuízos devido à pandemia.


Uma pesquisa feita pelo Ministério da Saúde em 2020 constatou que a ansiedade foi o transtorno mental mais presente nos brasileiros no período (86,5%), além de outros sintomas como estresse pós-traumático (45,5%) e depressão em sua forma mais grave (16%).


Esses sentimentos foram mais presentes em pessoas que moram sozinhas, e não tinham com quem conversar ou compartilhar seu dia a dia ao seu lado. Por isso, não deixe de avaliar essa questão antes de se mudar, para que você não tenha prejuízos em sua saúde mental.


Quanto se gasta para morar sozinho?
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Gastos ao morar sozinho

A resposta é: depende.


Afinal, como disse no tópico anterior, uma das principais mudanças que você sofrerá ao se mudar é ter um aumento em suas despesas diárias e anuais, como com alimentação, contas de água, luz, e todos os impostos imobiliários, por exemplo.


Mas além disso, outro fator que fará uma grande diferença nesse valor é a escolha entre comprar ou alugar um imóvel.


Caso queira ter seu próprio imóvel, você com certeza terá mais gastos. Afinal, além do custo de compra ser bem maior, você também terá que comprar toda a mobília do apartamento, o que sabemos que não é nada barato.


Além disso, dependendo do bairro no qual o imóvel se encontra, o valor do metro quadrado será maior ou menor. Como exemplo, segundo dados divulgados pelo grupo SP Imóvel, na cidade de São Paulo, o valor médio de um apartamento no Tatuapé fica por volta de R$ 6.800,00, enquanto na Vila Olímpia, esse valor é quase o dobro, chegando a R$ 12.310,00.


Agora, caso você opte por alugar um apartamento, a situação é outra. Existem opções de locar imóveis completamente mobiliados, com tudo o que o inquilino precisa, ou semi mobilaidos, com armários piso e as vezes cozinha já montada e todos os eletrodomésticos com um valor mensal mais acessível.


Isso também foi comprovado pelo Grupo SP Imóvel. Em outros dados divulgados, o valor médio de locação por metro quadrado na Zona Leste, por exemplo, é de R$ 23,48, enquanto na Zona Oeste chega a R$ 29,60.


Outra possibilidade são os colivings, modelos que vem apresentando um grande crescimento no país. Você sabe como eles funcionam?


Como funciona o coliving?


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5 Dicas para morar sozinho- Coliving

O coliving nada mais é do que um modelo de moradia compartilhada, onde cada inquilino tem seu próprio quarto e divide todas as áreas comuns do condomínio como cozinha, academia, piscina e outras áreas de lazer, por exemplo.


Sua proposta é criar um senso de comunidade, proporcionando uma troca de ideias e experiências entre pessoas de diferentes idades e personalidades sem deixar de lado a privacidade de cada um. Para isso, muitos condomínios organizam atividades de integração para que todos se conheçam e mantenham uma boa convivência.


Em termos econômicos, o coliving é muito mais vantajoso, uma vez que os quartos possuem uma menor metragem e já são completamente mobiliados. Dessa forma, os inquilinos somente terão que bancar com o valor de seu aluguel, que também é consideravelmente mais barato do que um imóvel próprio.


As unidades da Citas, por exemplo, podem ser alugadas a partir de R$ 1.400,00, todas localizadas no Centro de São Paulo e com toda a infraestrutura necessária para proporcionar uma boa moradia aos nossos citadãos.


Quer saber mais sobre os colivings? Então clique no link a seguir e veja nosso artigo completo sobre esse modelo de moradia! Veja: O que é coliving? 5 perguntas - e suas respostas - sobre moradia compartilhada.


Se você chegou até aqui, pode ter ficado desanimado com tantas questões a se preocupar. Mas não se assuste, pois morar sozinho possui suas vantagens - e precisamos dizer que são muitas! Continue a leitura para saber quais.


Quais as vantagens de morar sozinho?
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Vantagens de morar sozinho

Nenhuma mudança é fácil, e como reforçamos até aqui, requer muito planejamento para evitar possíveis surpresas e desafios. Apesar disso, não há como negar que morar sozinho traz diversos benefícios para os inquilinos, como por exemplo:


● Maior liberdade e independência

● Privacidade

● Moradia personalizada

● Amadurecimento


A conquista de sua liberdade e independência é uma das maiores vantagens de morar sozinho, e também um dos maiores motivos que despertam esse desejo principalmente nos jovens.


No dia a dia, você terá liberdade para acordar e dormir na hora que bem entender, para sair e chegar quando quiser, e recepcionar os amigos, por exemplo. Em sua casa, você estabelecerá suas regras,criando sua independência sem necessitar da permissão de outra pessoa para fazer o que quiser.


Em conjunto disso, a segunda vantagem de morar sozinho é ter uma maior privacidade. Quem morou com os pais, outros familiares ou colegas por exemplo, sabe muito bem como muitas vezes é bem difícil ter sua privacidade e espaço próprio para descansar, ou até mesmo para fazer qualquer atividade de lazer.


Mas ao ter sua própria casa, todos os espaços são exclusivamente seus. Você poderá fazer o que quiser sem se preocupar em incomodar alguém ou em ser interferido.


A terceira vantagem extremamente valorizada é poder decorar o imóvel do jeito que preferir. Você poderá compor e organizar o ambiente com o seu estilo, e personalizar cada espaço de acordo com suas necessidades.


Mas não se esqueça: todo condomínio possui suas regras e pode, inclusive, restringir algumas práticas. Isso é visto, por exemplo, nos casos de aluguel de imóveis. Na maioria das vezes, eles são entregues completamente mobiliados como no caso dos colivings.


Por isso, é importante verificar essas questões com o síndico para não ter nenhum problema.


Por fim, a última vantagem de morar sozinho é ter um grande amadurecimento. Como reforçamos ao longo deste texto, ter seu próprio imóvel requer uma série de responsabilidades como ter um planejamento financeiro e saber organizar e conciliar sua nova rotina com as responsabilidades domésticas, como cozinhar, limpar a casa e lavar suas roupas.


Essa experiência proporcionará um novo senso de amadurecimento, ao fazer com que você tenha que lidar com essas questões em seu dia a dia. É um aprendizado constante, onde você inclusive pode acabar descobrindo e conhecendo muito mais sobre sua personalidade e hábitos.


Qual a melhor idade para morar sozinho?


5 Dicas para morar sozinho
Qual a melhor idade para morar sozinho

Não existe uma resposta definitiva para essa pergunta.


Em entrevista à Gazeta Online, a psicóloga Tammy Andrade, membro do Conselho Regional de Psicologia, afirma que não há um momento certo para isso. Contudo, as pessoas devem ter o incentivo de morar sozinho desde cedo, para que consigam se preparar para quando avaliarem estarem prontos para essa mudança.


Por isso, separamos a seguir as melhores dicas que com certeza irão ajudá-los a se preparar para se mudarem!


Dicas para morar sozinho

5 Dicas para morar sozinho
Dicas para morar sozinho

Morar sozinho é a nova tendência deste século. De acordo com uma pesquisa feita pelo IBGE, entre 2005 e 2015, o número de pessoas que vivem sozinhas no Brasil saltou de 10,4% para 14,6%.


Sabemos que esse é um desejo que vem aumentando cada vez mais, principalmente entre os jovens que querem deixar a casa de seus pais. Para que este sonho seja realizado, separamos algumas dicas fundamentais para que essa mudança seja eficaz. Veja:


1. Entenda e organize a sua situação financeira

O primeiro passo para morar sozinho é entender sua situação financeira. Afinal, reforçamos ao longo do texto que você terá diversos gastos que antes não tinha, como contas de luz e água, condomínio e comida por exemplo.


Uma das formas que pode ajudá-lo nesta tarefa é anotar quanto você recebe mensalmente, e quanto gasta com suas necessidades. Dessa forma, conseguirá analisar quanto dinheiro terá disponível para bancar com os gastos fixos.


E lembre-se: faça uma reserva financeira para imprevistos. Ela pode ser fundamental para quaisquer problemas que possam surgir, especialmente durante os primeiros meses ou anos de adaptação.


2. Pesquise os imóveis

Quando você souber que possui uma boa situação financeira para morar sozinho, o próximo passo é buscar pelo imóvel ideal para suas necessidades. Aqui, existem 2 fatores importantes a serem analisados: a localização e o tamanho.


No primeiro item, é necessário levar em consideração se o imóvel desejado está perto dos lugares que você costuma frequentar, como trabalho ou faculdade, por exemplo, assim como se possui estações de transporte público por perto para facilitar sua locomoção.


O segundo item, por sua vez, está diretamente relacionado com a questão financeira. Existem diversos tipos de imóveis (casas, apartamentos comuns, studios, kitnet, loft, etc), cada um com um tamanho e características diferentes.


Com tantas opções, é importante escolher um imóvel que esteja dentro de sua realidade financeira. Afinal, quanto maior for o apartamento, maior será o valor do aluguel e das contas de luz, água e IPTU.


Se você está se mudando pela primeira vez e não possui muito dinheiro para gastar, não vale a pena optar por um imóvel grande, por exemplo, e talvez seja mais adequado escolher opções menores como as kitnets.


3. Planeje seus gastos

Com o imóvel escolhido, a terceira dica que irá te ajudar nessa fase de adaptação é elaborar um bom planejamento.


Esse planejamento envolve principalmente a questão financeira, e envolve diversos itens, como: ver se precisa comprar móveis para sua casa; quanto irá gastar com mercado; contas fixas; e até mesmo transporte.


Assim como no primeiro item, coloque todos esses itens no papel para que consiga visualizar melhor tudo o que irá precisar. Dessa forma, será muito mais fácil se organizar para tomar qualquer decisão, e inclusive evitar imprevistos.


4. Organize sua nova rotina

Organizar sua nova rotina também faz parte de se ter um bom planejamento.


Isso porque após se mudar, seu dia a dia será completamente diferente do que estava acostumado. Você terá que lidar sozinho para preparar sua comida, manter a casa limpa, pagar todas as contas em dia, e conciliar tudo isso com suas responsabilidades de trabalho ou estudo.


Sem o mínimo de organização, será muito mais difícil manter com essas responsabilidades.


5. Conte com a ajuda de especialistas

Morar sozinho não é um processo fácil. Por isso, a dica final que com certeza irá ajudá-los nesta tarefa é contar com a ajuda de especialistas como aCitas.


Aqui, nós nos preocupamos não somente em ajudá-lo a encontrar seu imóvel dos sonhos, como também em garantir uma boa experiência de moradia no seu dia a dia.


Com apartamentos de muitas tipologias diferentes e até alguns dentro do conceito do coliving, nossa missão é cuidar da moradia como um todo, desde a gestão do prédio até o dia a dia de cada morador, com a organização de eventos de integração e também manutenções e reparos por exemplo, tudo para garantir a melhor experiência de moradia de nossos citadãos.


Venha conhecer mais sobre nossa comunidade e unidades!


Conclusão

Morar sozinho não é um processo tão fácil, não é mesmo?


5 Dicas para morar sozinho
Morar sozinho: é uma delícia


Para aqueles que desejam dar esse passo de independência, é fundamental se atentar a todos os itens que destacamos ao longo deste texto: avaliar se possui condição financeira para arcar com todos os gastos; analisar a localização e tamanho ideal do imóvel e; principalmente; fazer um bom planejamento para evitar imprevistos.


Neste outro texto também falamos um pouco mais sobre dicas para quem está morando sozinho pela primeira vez !


E lembre-se: para ajudá-lo nessas questões, principalmente para aqueles que desejam alugar um imóvel de coliving, a Citas prestará todo o apoio necessário durante este processo, não somente na assinatura do contrato de aluguel, mas durante o seu dia a dia no local.


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